Terça-feira, 17 de Junho de 2008

11- O desembarque

(continuação de 10- Estávamos muito perto de Angola)

 

Quando o avião parou e se abriu uma das portas sentiu-se uma onda de calor de tal modo brusca que parecia que uma fornalha se tinha aberto de repente.


O desembarque foi normal, mas na zona civil da aerogare deu-se o impensável, fomos presenteados com bandos de miúdos que pareciam todos iguais, pedinchavam e queriam transportar as malas e os sacos.

 


No exterior, havia uma fila de camiões preparados para nos levarem ao campo militar do Grafanil situado nos arredores, a norte de Luanda.


Durante o percurso, que durou pouco mais de meia hora, fiquei, com uma visão muito confusa dos locais. Tudo parecia ser muito diferente de Portugal.

 


As pessoas, no meu modo de ver, pareciam rigorosamente iguais, a vegetação era escassa e as árvores tinham copas enormes, o chão era poeirento e vermelho, o trânsito automóvel incrivelmente desordenado e havia muita pobreza.


A cor do angolano, em Luanda, era bem diferente daquela que eu estava à espera. Apresentava uma tonalidade acastanhada não muito carregada e com algum brilho.


Era um ambiente novo, diferente, exótico e muito estranho, mas ao mesmo tempo parecia fantástico.
 

publicado por Alto Chicapa às 15:22

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